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Ser Empreendedor(a): a tua Origem

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Quando te apresentas como empreendedor(a), como te descreves?

E como descreves o ato de empreendorismo?

Procura saber mais e melhor sobre tudo

Historicamente, no que se refere ao contexto europeu e norte-americano, o empreendedorismo existe desde a Pré-história, em que o Homem (e a Mulher) trocava pequenas lanças esculpidas em vidro vulcânico (obsidiana) por outros bens essenciais. Desde cedo que o ser humano reconheceu a oportunidade de obter bens em troca de outros, consoante o valor que os bens tinham para ambas as partes envolvidas no negócio.

Com o estabelecimento da agricultura, as tarefas em tribos começaram a ser mais especializadas e os povos que eram somente nómadas até à data tornaram-se sedentários, germinando assim as primeiras cidades. O crescimento localizado permitiu um aprimorar da qualidade dos bens, tal como a especialização de atividades, e começou a fazer sentido não só a troca de bens, mas também de serviços.

Em consequência da melhoria da qualidade de vida, o número e tamanho de cidades aumentou, tal como a necessidade de expansão e conexão entre elas. Nesta fase, a rede de comunicação a larga escala entre seres humanos já era tão natural e frequente que, além de bens e serviços, também ocorria troca de ideias. A grande demanda de trocas resultou na invenção do dinheiro, por forma a agilizar o processo de troca, reconhecendo um sistema de atribuição de valor comum, através de várias expressões materiais, desde conchas, a folhas de tabaco ou até pequenos seixos… até à moeda como hoje a conhecemos.

Com tanta oportunidade de troca e conexão, o crescimento da Humanidade desenvolveu-se exponencialmente desde a Era Industrial. Estando este sistema de trocas totalmente globalizado, também a escala e número de negócios tem crescido sem cessar até aos dias de hoje, abrangendo todas as áreas e aspetos da vida humana, desde os bens essenciais à tecnologia mais avançada, até à evolução espiritual.

Não há nada na nossa rotina quotidiana que não seja, na sua essência, um sistema de trocas baseado na atribuição de valor ao produto, serviço ou ideia em causa. Desempenhamos o papel de vendedor(a) e de comprador(a) múltiplas vezes, porém alguns de nós têm uma certa tendência para apostar mais no primeiro – quer seja uma escolha consciente ou inconsciente, quer nos reconheçamos como vendedor(a) ou… empreendedor(a).

Se quiseres conhecer a “História da Oportunidade” com mais detalhe, visita ESTA PÁGINA (em inglês):

Desde que me lembro de existir, sempre tive especial atenção às palavras que uso e à sua origem. Hoje sei que faz todo o sentido tê-lo feito e continuar a persistir neste cuidado continuado.

No dia a dia, seja no mundo virtual seja no mundo dito “real”, é muito comum encontrar uma associação muito limitada do que significa a palavra ‘empreendedor(a)’, essencialmente associada a ‘empresas’ e, por conseguinte, a ‘empresário’ – no geral, ao contexto ‘empresarial’. Muitas das vezes fico com a sensação de que, para a maioria das pessoas, a palavra ‘empresa’ tem uma conotação de algo distante, inatingível, de grande escala e essencialmente carregada de energia negativa (densa) – acredito que tal ocorre muito por conta de escândalos relacionados com má gestão, corrupção e branqueamento de capitais, situações divulgadas pelos media quase diariamente.

Escolhe uma visão do mundo que te expanda possibilidades

Sendo a Programação Neuro Linguística (PLN) uma base muito forte do meu trabalho, sigo um dos seus pressupostos como lei orientadora: “Todos os procedimentos devem ser realizados de modo a aumentar escolhas”, que é como quem diz: tudo deve ser orientado para fomentar a possibilidade e alargar o leque de escolhas.

Assim sendo, para mim é importante desmistificar e esclarecer este termo, com vista a que todos nós possamos ser mais do que já somos, e até à data não o somos porque (mesmo que lá bem no fundo!) acreditamos que não é possível.

Ora aqui fica a tua oportunidade para que a possibilidade passe a orientar a tua vida, como empreendedor(a) inato que és:

EMPREENDEDOR(A)– “deriva do inglês entrepreneur, que, por sua vez, vem do termo do francês antigo “entreprendre”, um vocábulo formado pelas palavras entre – do latim inter, que significa reciprocidadade – e preneur – do latim prehendre, que significa comprador. Dessa forma, “a combinação das duas palavras, entre e comprador, significa simplesmente intermediário”. (…) é possível definir empreendedor, em qualquer época, como aquela figura que tem a visão do negócio e não mede esforços para realizar o empreendimento. A realização do empreendedor é ver sua ideia concretizada em negócio.” (Ronald Jean Degen)

Questiona-te sobre o significado que dás ao teu Mundo

Desafio-te a questionares-te sobre o que significa para ti a palavra ‘empreendedorismo’ e se faz sentido associá-la essencialmente a ‘empresas’ e/ou ‘empresários’. Ou, melhor ainda, a descortinares o que ambas as palavras significam para ti individualmente e se isso pode estar a ser algo limitador/bloqueador na tua evolução e realização como empreendedor(a) que és.

Talvez descubras que significa algo bem mais amplo, e que TODAS e TODOS nós somos mesmo naturalmente empreendedoras e empreendedores em diversas áreas e em vários momentos da nossa vida sistematicamente, sem exceção!

Ainda em jeito de provocação, deixo-te um termo interessante derivado deste, em inglês: ‘intrapreneur’. O que será? Ide pesquisar, que a aprendizagem está na ação!

Desejo que esta nova perspetiva te estimule a dar o passo em frente que precisas, que te esclareça sobre tudo o mais que podes ser (sendo que já o és) e te espicace mais do que nunca o sentido crítico e de curiosidade, nestes tempos de partilha de informação descontrolada e muitas vezes sem filtros… que encaras como a única realidade, quando na verdade a tua realidade és somente tu que constróis, a partir da tua verdade.

Faz por Ser Feliz!

Catarina Mourato
Especialista em Evolução Pessoal | Trainer
#fazporserfeliz #makeyourhappiness

BIOGRAFIA

Sou uma cidadã do Mundo, especialista em evolução pessoal e uma seguidora da verdade. A minha, a tua e, acima de tudo, a nossa. Isso faz de mim uma líder de coração, destacando-me das normas e questionando tudo. Especialmente a mim própria. Adoro saber que há uma ordem para tudo. Foi assim que aprendi a confiar no processo, onde acontece toda a transformação. Enquanto estiver a aprender – estou a crescer – estou viva.

Talvez eu não conheça o destino final, mas vou persistir até descobrir, da mesma forma que o fiz quando pus de lado uma recém graduação universitária de 4 anos em ciências naturais, para encontrar minha verdadeira missão.
O facto de ser apaixonada pela origem e significado de cada palavra desde que me lembro, sempre foi uma pista importante. Eventualmente acabei por juntar estas pontas soltas, fazendo a ponte entre este conhecimento das palavras com a Programação Neuro Linguística – uma das habilidades mais divertidas e poderosas que aprendi -,que implemento tanto ao nível pessoal como profissional.

Sabendo que o fim pode ser rastreado até o início, comecei a minha missão a experimentar tudo o que, em criança, eu queria ser “quando crescer”, o que também me deu uma ótima desculpa para me reconectar com meu poder interno e com a forma mais genuína de felicidade que todos possuímos. Nesse período, criar um projeto de babysitting personalizado foi uma decisão que claramente expressou a minha mentalidade de empreendedora e a minha paixão pela educação e orientação.

Tendo finalmente decidido seguir a minha própria natureza e tendo a natureza como inspiração, desenvolvi um estilo pessoal de coaching intuitivo que, combinado com o meu conhecimento, me deu o privilégio de fazer coaching num retiro de meditação no Sri Lanka e até numa margem de um lago de lama do Mar Morto.

Vibro a orientar pessoas a partir do palco, o meu recreio. Venho a desenvolver as minhas capacidades de comunicação desde a minha primeira performance rotineira de networking digna de um óscar, no autocarro com a minha mãe, a caminho da creche.

Sou fascinada pelas diferenças e semelhanças entre todos os seres vivos, o que me leva a ter muito gosto em conhecer-te! Este mesmo fascínio e curiosidade continuam a levar-me até ao outro lado do Mundo para aprender com os melhores, como Anthony Robbins, Blair Singer, LarryGillman e muitos outros; e tenho a honra de fazer parte de uma tribo global de visionários na área da educação e desenvolvimento pessoal. Em Portugal, aprendi com algumas das pessoas mais talentosas e de referência na área da comunicação (o trio de improviso “Os Improváveis”, Irina Golovanova da “The Body Language Academy”, Sérgio Oliveira da “S.P.O.T.S”, para citar alguns), que me ajudaram a crescer e aprofundar meu potencial de conexão humana.

A palpitar nos bastidores de tudo isto vive o meu vício em novas experiências, através das quais nutro a minha criatividade. Os desafios são o que incendeia a minha fonte de energia ilimitada – é por isso que subo paredes em trampolins nos meus tempos livres e é também por isso que escolhi visitar a Palestina & Israel não sabendo nada sobre o conflito local. Viajar pelo Mundo preenche-me e complementa-me. Uma nova perspetiva sobre os sabores, as visões, as pessoas, as tradições, as línguas. Cada viagem relembra-me o quão somos diferentes e semelhantes em simultâneo, todos parte de uma fascinante e complexa rede em que qualquer pequeno ato pode desencadear um enorme efeito no Mundo/Universo.

Exijo muito da vida, porque conheço as inúmeras possibilidades disponíveis para todos os seres humanos. Quando faço algo, dou o meu super-melhor. Quando o meu super-melhor não é suficiente, faço por garantir que o será numa próxima vez, até que possamos ser tudo o que podemos ser. Cooperando em equipa, todos podemos evoluir para a Utopia que (já!) vive dentro de nós e que aguarda por despertar e elevar o Mundo para uma nova e fantástica Era de infinitas possibilidades e genuína plena felicidade!

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