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Os 3 principais erros do terapeuta

As terapias complementares registaram um aumento significativo nos últimos anos, quer em número de especialidades, quer em interesse por parte das pessoas em usufruir da vasta oferta de terapias.

Neste artigo vou focar-me nos terapeutas, independentemente da área, e nos principais erros que, no meu ponto de vista, cometem no exercício da sua profissão.

Os 3 principais erros do terapeuta

  1. Fugir do Online

O digital e, mais especificamente, os diretos e o estar a ser filmado ainda atormenta muitos terapeutas. Seja por insegurança, pelo nervosismo, pela timidez, ou por todas ao mesmo tempo, ainda há muitos terapeutas que não estão no online e acabam por perder uma fatia gigante de potenciais clientes. 

Depois existe todo um mundo de possibilidades no online, workshops, acompanhamento personalizado, conteúdos, ser seguido por pessoas que têm interesse em ler-nos, que acaba por se perder. 

  1. Barreiras Geográficas

Este ponto vai ao encontro do ponto anterior, o ‘fugir a 7 pés’ do online. Claro que há terapias que, pelos motivos óbvios, têm de ser realizadas presencialmente. No entanto, há tantas outras que podem perfeitamente ser feitas à distância.

O aconselhamento em aromaterapia, por exemplo, é perfeitamente possível de ser feito à distância. Escrevi um artigo precisamente sobre esse tema – Aconselhamento à distância de um clique. 

  1. Sessões (exclusivamente) individuais 

As sessões de grupo (normalmente um grupo que partilhe as mesmas características, anseios e dúvidas) é uma excelente forma do terapeuta conseguir a partilha de experiências e de sentimentos entre as pessoas. É também uma forma das pessoas se sentirem ouvidas e compreendias.

Este último ponto, o “ser-se ouvido e compreendido” é, por norma, muito importante quando falamos de problemas do foro emocional. 

Nas minhas formações, sobretudo na certificação e na especialização em aromaterapia profissional, abordo a importância de os aromaterapeutas diversificarem as suas formas de aconselhamento, focando-se, por exemplo, na importância das emoções, que, como sabemos, são responsáveis por tantas patologias. 

Em suma, é crucial que os terapeutas se adaptem ao seu público, que comuniquem para o seu nicho e, sem dúvida, o digital é um meio privilegiado. 

Estas e outras partilhas em www.alilianasantos.com

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